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Fundação:
História A década de 70 foi dourada para os supermercados. Com seu início foram inaugurados no Brasil, os primeiros hipermercados, como o Jumbo Santo André, em 1971. A chegada do Carrefour em 1974, primeira empresa multinacional do setor a se instalar em solo brasileiro, trouxe muitas dúvidas. Mas a concorrência trouxe aprendizado e os empresários não só assimilaram como passaram a enfrentar o gigante de igual para igual. A Amis nesse contexto também crescia, juntamente com o setor. Funcionava como um fórum de debates, mas como qualquer entidade classista encontrava dificuldades. Um dos supermercadistas que mais tempo presidiu a Amis, entre 1979 e 1984 foi Amador Ferreira Lúcio, que na época era dono da rede Manda Brasa. Foi na sua gestão que o gigante Carrefour chegou a Minas Gerais. A associação foi uma fonte de informações importantes. A virada da década não foi muito boa para os supermercadistas e muitos fecharam as portas de suas empresas. A entidade sediaria pela primeira vez o Encontro Centro-Oeste de Supermercados _ Expoecos. Levy Nogueira mais uma vez voltava à presidência. Uma das mais importantes realizações nesse período foi a criação de uma feira de produtos que iria se chamar Superminas. Mas o que 1986 reservava a ele, a associação e ao setor ninguém podia imaginar. O Plano Cruzado. Em 1987 a Associação Mineira de Supermercados inaugurava a sua sede própria. Uma grande conquista que Levy jamais esqueceu. Em 1988 a Amis ganhou o reforço da Associação dos Varejistas Independentes (Assomar). Desde 1987 Antônio Campanário era presidente daquela entidade e em 1988 ainda sob a ressaca do Plano Cruzado, que havia naufragado, substituiu Levy Nogueira. Foi nessa época que surgiu a idéia de unificar as duas associações. Os anos 90 traziam várias inovações tecnológicas como o códigos de barras, a leitura ótica e por conseqüência _ check-outs mais avançados. Os planos tinham sido muitos e todos sem sucesso, mas para muitos isso tinha contribuindo para reforçar o papel da entidade de classe. Mas a situação após tantas dificuldades não era boa. Gil Nogueira seria o próximo presidente da Amis e ficaria no cargo por quatro anos. Mesmo sabendo das tempestades que seus antecessores haviam enfrentado, ele arregaçou as mangas e administrou mudanças profundas na entidade. Planejamento estratégico, Superminas, reforço da interiorização e profissionalização da entidade. Para dar continuidade ao trabalho de Gil, José Nogueira se dispôs a trabalhar pela entidade. Um novo plano se apresentava como aquele que ia dar certo. E deu. O Real trouxe de volta à vida econômica uma parcela da população que estava a margem do consumo. Dessa vez os supermercados não foram os vilões, mas os heróis do Plano. No fim do mandato tudo havia mudado. A concorrência não permitia ao empresário grandes ausências. A dedicação à empresa tinha que ser exclusiva. Mas a entidade também havia crescido e precisava de alguém para administrá-la. Foi aí que surgiu a idéia de contratar um profissional para lidar com o dia-a-dia da entidade. Desde então, a Amis, tem criado novos produtos para o associado. Em 1999 foi lançado o G10, um programa de gestão que faz um diagnóstico das falhas nos quatro pilares básicos da empresa supermercadista e dá ao empresário condições e conhecimento para que ele possa sanar essas falhas, cursos, Encontros de Empresários pelo interior de Minas Gerais, Seminários Varejistas, entre outros. Este ano, durante a 21ª Superminas, José Nogueira foi reeleito para presidência da entidade para o biênio 2008/2009.
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